Não encontramos base científica para suportar essa inferência, pois, primeiramente, há que se estimar quanto do(s) elemento(s) o animal necessita e ingere por dia via alimentos proteico-energéticos. Por exemplo, se o animal carece de suplementação diária de 1,5g de fósforo, não há razão para suplementar o dobro ou o triplo desta quantidade, uma vez que o excedente perdido custa caro. O argumento segundo o qual, agindo dessa forma, estaríamos elevando o nível de fósforo nas pastagens, via perdas fecais, não se sustenta, uma vez que essa prática seria uma forma muito mais cara de fertilizar os pastos com o fósforo.

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